Estudo de Proteção e Seletividade — Ceará
O estudo de proteção e seletividade define como os dispositivos devem atuar diante de um curto-circuito: qual desarma primeiro, em quanto tempo e sob qual corrente. É o que garante que uma falta em um ramal isole apenas o trecho afetado, sem derrubar a instalação inteira nem expor a equipe.
O estudo de proteção e seletividade define como os dispositivos devem atuar diante de um curto-circuito: qual desarma primeiro, em quanto tempo e sob qual corrente. É o que garante que uma falta em um ramal isole apenas o trecho afetado, sem derrubar a instalação inteira nem expor a equipe.
Calculamos as correntes de curto-circuito simétrica e assimétrica em cada barramento, considerando a contribuição da concessionária, dos transformadores e da geração própria. É o insumo para verificar a capacidade de interrupção dos disjuntores, o dimensionamento dos barramentos e os ajustes das proteções.
Traçamos as curvas tempo-corrente de relés, fusíveis e disjuntores e ajustamos cada dispositivo para que a proteção mais próxima da falta atue antes da de retaguarda. Verificamos a seletividade entre média e baixa tensão, a proteção de terra e as zonas de sobreposição.
Entregamos a parametrização pronta para aplicar: pickup, curva, dial de tempo, unidade instantânea e as funções 50/51, 50N/51N, 27, 59, 81 e 87 quando aplicáveis, com a justificativa técnica de cada valor.
Memorial de cálculo, diagrama unifilar de proteção, curvas de coordenação, planilha de parametrização e relatório final, atendendo à NR-10 e às exigências da concessionária. O estudo também é base para o laudo de energia incidente e para o prontuário (PIE).
Sua proteção está apenas instalada ou está coordenada? Solicite o estudo de proteção e seletividade da instalação com a nossa engenharia.
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É a análise que define os ajustes dos relés e dispositivos de proteção para que, numa falta, atue só o equipamento mais próximo do defeito e o restante da instalação continue energizado. Parte do diagrama unifilar e do cálculo de curto-circuito e termina nos coordenogramas e na tabela de ajustes.
Na energização de uma nova subestação, na ampliação de carga, na troca de transformador ou de relé e quando a concessionária exige. O estudo não tem validade fixa, mas deve ser revisado a cada alteração na instalação e, como boa prática, a cada 3 a 5 anos.
Não. O ajuste padrão raramente coordena com a rede do cliente: a proteção atua tarde demais ou desarma tudo junto.
Sim. Relé falha em silêncio, e o defeito só aparece quando a falta acontece. O teste com injeção secundária é feito a cada 1 a 3 anos, conforme o fabricante e a concessionária; muitos clientes testam todo ano junto com a manutenção da subestação.
Não existe preço fixo. O valor depende de do número de barras, relés e disjuntores a coordenar, da tensão da instalação, de existir um diagrama unifilar atualizado e das exigências da concessionária. Com essas informações, a Mont envia a proposta pelo WhatsApp (85) 99744-5868; se o escopo não estiver claro, fazemos uma visita técnica antes.
Mais respostas, prazos de validade e o que fazer em emergências em Perguntas frequentes.